domingo, 20 de maio de 2012

Repensando sobre a qualidade das roupas

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Fazia, muito, muito tempo, que eu não ia ao shopping. Aqui em São Paulo, as pessoas têm o hábito de ir ao shopping para passear. Eu não faço isto, acho que há lugares bem mais interessantes para se fazer um passeio. Penso que este tipo de lugar é feito apenas para se fazer compras.
Pois bem, saí de casa com a seguinte finalidade:

Comprar blusas de frio para o maridão.
Um par de tênis (com cadarço) e um livrinho para a filhota.

Eu realmente não tenho mais problemas quando vou às compras. O que chamo de problema aqui, é a tal da tentação de comprar mais coisas do que realmente deveria.
Mesmo estando em um lugar, recheado de possibilidades para gastar, consigo me disciplinar e comprar apenas o que já havia determinado.
  
Sempre considerei que gastar um pouco mais, levando em consideração a qualidade do produto, fosse algo importante, mas confesso que tenho repensado um pouco sobre a qualidade das roupas de hoje em dia.
Há alguns meses por exemplo, comprei uma calça e uma bermuda de alfaiataria na Luigi Bertolli, (loja que não considero barata) e as duas peças descosturaram no mesmo local a primeira vez que usei.
Não sei se é por causa do fenômeno “MADE IN CHINA”, mas tenho observado que nada é tão bom o suficiente para custar tão caro (não sei se me fiz entender).

Com base nesta percepção, saí de casa disposta a não pagar caro em hipótese alguma.
Fiz uma pequena pesquisa de preço e da “tal qualidade” em quatro lojas, e pude observar que tudo era mais ou menos a mesma coisa.

A verdade é a seguinte gente: EU DESISTI. Tô “baixando a minha bola”, e como este ano resolvi (ainda que modestamente) fazer algum investimento, não irei  mais me preocupar com qualidade de roupa, até porque, não acredito mais, em produto americano, fabricado na China.

Quanto ao livrinho da minha filha, gastei R$ 19,90. Olha ele aí.


Como ela tem apenas 10 meses, não tem coordenação motora para virar as páginas, e por isto, este modelo, resolveu o problema pois tem E.V.A nas bordas e é bem grosso. Ela adorou. E eu fiquei bem satisfeita, porque estou conseguindo manter o objetivo de não fazer muitos gastos com ela com a justificativa de que: Mãe não consegue ver uma coisa e não comprar para o filho. “Na boa gente”, eu consigo sim, e não me sinto mãe pela metade por causa disto. Mas... Sobre isto, eu falo depois.

Um abraço!  Que bom que você veio.
Volte sempre, e traga mais alguém!

5 comentários:

Ostra disse...

Qualidade de roupa é meio relativo, as vezes pagamos baratinho em algo q achamos q não vai durar nada, e nos surpreendemos, tb já paguei caro em roupa e não durou nada, sem falar q as vezes enjoamos da roupa, sai de moda, então.. pago barato mesmo. Apelo consumista de shoppings são terriveis, um verdadeiro teste de auto controle, eu não costumo ter problemas, desde que não entre em uma livraria rsrsrs

E aproveitando, tenho um blog q fala de investimentos, entre outras coisas incluindo textos toda segunda sobre educação financeira p crianças, se tiver interesse faça uma visita para tomar um cafezinho :)
beijão!

Luciene Soares disse...

Olá Ostra,
Obrigada pela visita, e por seu comentário. Estou entrando no grupo que paga barato em roupas, cansei.
Certamente que irei visitar o seu blog.
Um abraço!

Madalena Nunes disse...

Olá,
Eu tenho um filho pequeno com 18 meses e quando chegou o tempo mais quente quis comprar uma calça mais fresca e fui a uma loja aqui perto de casa. Pediram-me 25 euros por uma calça de ganga fresca.Não comprei e fui depois a uma loja a cerca de 30 km de casa. Lá comprei 3 pares de calças frescas, 4 blusinhas de algodao de manga curta e um vestido de algodão para a filha de 8 anos. Pagei por tudo 50 euros. Desisti de comprar roupa ´cara que dura uma estaçao.

Fique bem
Madalena Nunes

Luciene Soares disse...

Olá Madalena,
Acho que o seu pensamento está correto. Eu ainda estou aprendendo, sou mãe há muito pouco tempo, e uma das coisas que penso em fazer, é comprar no inverno, roupas para o verão e no verão para o inverno, para aproveitar as liquidações. Um abraço e obrigada por compartilhar suas experiências

Anônimo disse...

Adorei seu texto!
Eu andei comprando algumas roupas na Luigi Bertolli também e, por exemplo, todas as três calças rasgaram nos bolsos logo no início do uso e, com o tempo, rasgaram em outros locais também, além de desbotarem rápido, assim como as duas blusas que comprei lá. Dentre as lojas de shopping, escolhi comprar lá porque gosto da modelagem e porque está entre as mais baratas, mas agora estou fugindo de lá, principalmente depois do escândalo de trabalho escravo da Luigi Bertolli.
Para mim esse é o maior problema de comprar roupas, simplesmente não consigo confiar em nenhuma grande marca porque o problema da escravidão está muito disseminado. E, além disso, a questão dos preços absurdos, claro!
Isso de frequentar shopping apenas em tempo de liquidação funciona bem, eu faço! Fim de janeiro/começo de fevereiro e fim de julho...
Estou aprendendo a costurar e já sei fazer várias peças básicas, comecei por causa da dificuldade em encontrar coisas do meu gosto com preço bom e qualidade, mas não é todo mundo que tem tempo pra isso.
Também comecei a procurar locais para comprar peças produzidas artesanalmente, diversos ateliês pequenos tem políticas mais transparentes de trabalho.

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