domingo, 15 de maio de 2016

Dicas de como sair das dívidas



Continuo falando no canal do youtube, sobre dicas e informações relacionadas às dívidas.
É preciso pensar e analisar para onde estamos destinando o nosso rico dinheirinho .
Chega de desculpas do tipo: Não seio onde foi parar o MEU dinheiro. 
Não se esqueça de que o dinheiro é SEU. E é você quem dá a ele um destino.
Bora sair das dívidas!
Clica aí! Bom vídeo. Espero que gostem!
Abraço!


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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Canal no YouTube

Olá Pessoal,

Depois de um tempão distante, volto com um canal no you tube. Fiz o meu primeiro vídeo dando uma dica preciosa de como sair das dívidas.
Dá uma olhadinha !
Abraço!
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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Já parou para pensar nos desejos de compras?

Eu desisti de algumas compras.
Comecei a REFLETIR  sobre elas porque estava ficando angustiada toda vez que pensava nestas aquisições.


Secadora de roupas: Tenho uma lavanderia de bom tamanho, mesmo morando em apartamento. Uma janela de 2,30 MT por onde entra muito sol e ar quase fresco.
Com o aquecimento global, em São Paulo, o frio já não é tão intenso, os períodos de alta umidade são bem curtos e posso me arranjar nestes dias.
Não tenho coragem de ligar uma secadora com o sol a pino entrando na minha lavanderia. “Moro em um país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza, que beleza...” .
Quando fiz a reforma (que ainda não comentei o resultado), comprei vários varais para roupas de ótima qualidade e funcionalidade. Que tem me servido muito bem.
Sei que esta não é a realidade de muita gente, pois a grande maioria das lavanderias de apartamentos são minúsculas e sem nenhuma ventilação. Se este fosse o meu caso não abriria mão de uma secadora.

Lavadora de louças: Eu realmente acho confortável este item, mas na tal reforma que ainda não comentei o resultado, quase enlouqueci procurando um espaço para encaixar a lavadora, pois não queria abrir mão de armários que são extremamente necessários para mim.  Pensei bastante e conclui que posso continuar vivendo sem este eletrodoméstico, acho que ele não vai mudar tanto a minha qualidade de vida.

Forninho elétrico: Eu queria um forninho para (entre outras coisas) esquentar pães, porque não moramos perto de uma boa padaria e temos o hábito de comprar uma grande quantidade de pães e deixar na geladeira e todos os dias esquentamos no forno. Minha argumentação para compra-lo é que não usaria mais o forno convencional a gás por ser muito grande. Então eu fiquei pensando que já estou bem adaptada com o forno a gás e que o novo forno não teria nenhuma nova função (a não ser mais uma coisa para limpar e deixar a conta de luz mais alta). Também não criei nenhum espaço na minha nova cozinha para este item.

Liquidificador super hiper, mega potente: Como não sou uma pessoa com excelentes dotes culinários, já tive muitos problemas ao fazer receitas no liquidificador, não conseguia triturar os alimentos direito, entre outras dificuldades. Por causa disto eu queria muito um liquidificador “bem do bom” sabe! Então eu descobri, que na verdade eu não sabia usar os ingredientes da maneira correta e por isto não tinha sucesso, logo, mesmo sabendo que há liquidificadores bem melhores e mais eficientes que o meu, para o meu estilo de vida, o que tenho é suficiente.Desisti.

Tenho muitas aquisições para fazer relacionadas à manutenção da casa (algo que valorizo), notar a falta de necessidade destes eletrodomésticos foi muito bom, porque agora consigo focar no que é prioridade e portanto no que me trará maior qualidade de vida.


“No dia em que cada família souber consumir com qualidade, ou seja, maximizando sua satisfação a cada compra, aproveitará melhor o que consome e, consequentemente, consumirá em menor quantidade." (Gustavo Cerbasi).

Comigo aconteceu assim, e sei que para algumas pessoas, as compras das quais eu abri mão podem ser essenciais.
O importante é parar e analisar se o que estamos comprando irá trazer grandes benefícios ou se apenas estamos sendo impulsionados a fazer tais aquisições.

E você? Já parou para pensar nos seus desejos de compras?

Um abraço

Que bom que você veio, volte sempre! E traga mais amigos!
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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Os preços podem variar bastante


É impressionante como os preços podem variar tanto.
Já faz um bom tempo que adquiri o hábito de pesquisar preços. Dificilmente eu faço alguma compra sem antes consultar dois ou três lugares diferentes, mas mesmo esta prática sendo um hábito sempre me assusto com as diferenças.
Quero iniciar uma nova leitura relacionada à finanças, estou namorando um livro há um tempão e hoje resolvi fazer a tal pesquisa.
Gosto muito do site Buscapé que faz a busca por valores. Lá os preços do livro variam  De: R$ 27,81 até: R$ 49,90 , temos então uma diferença de R$ 22,09. "Até que eu gostei" e quase fiz a compra na loja com a melhor condição, mas... resolvi fazer outra pesquisa no site que vende livros usados e encontrei também uma boa variedade de preços do mesmo livro. Lá o menor valor esta em torno de R$ 9,00 + frete de R$ 6,50, um total de 15,50.
Localizei no mesmo site um sebo que estava vendendo o livro por R$15,00, mais frete. Como ele fica bem perto da minha casa, achei melhor ir até lá e comprar, fica mais barato(como não tem o valor do frete) e eu não preciso esperar o correio entregar.

O livro a que me refiro é: VIGILANTES DO BOLSO.


Estou muito animada para iniciar a leitura e muito satisfeita com o resultado da pesquisa. Porque pagar R$49,90 se posso pagar R$ 15,00? A diferença é de simplesmente R$ 34,90. "Quer pagar quanto?"
Acho que pesquisar antes de comprar significa (entre outras coisas) que a aquisição não está sendo feita por impulso. O que é uma grande vitória, porque na grande maioria das vezes, o impulso gera compras desnecessárias, mais caras, mais decepcionantes. Quem será que nunca passou por isto?
Ah! julgar que o livro está mais barato porque é usado, não me incomoda em nada, estou bem acostumada com os sebos e geralmente a qualidade é muito boa, e no mais, o que vale é a leitura.

Um abraço! Que bom que você veio. Volte sempre e traga mais amigos.




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domingo, 30 de junho de 2013

Festa de Aniversário sem estourar orçamento.

Ontem, 29 de junho, minha filha completou dois aninhos.
Antes de ser mãe, eu já comentava com algumas amigas que achava desnecessário fazer grandes festas nos primeiros anos de vida de uma criança. Dizia que a criança não tinha nenhuma percepção do significado de uma festa e que certamente toda aquela comemoração era muito mais para alegria dos pais. E é claro que eu ouvi de todas as mães com quem conversava a seguinte frase: “Você diz isto porque  ainda não é mãe. Quando tiver um filho, você vai ver, vai querer fazer tudo por ele, inclusive uma festança no seu primeiro ano de vida. Quando se é mãe é diferente”.
Para surpresa de todos, no primeiro aniversário da minha filha fiz uma pequena festa apenas para a família (pai, mãe, irmãos...). Eu queria comemorar no meu apartamento mesmo, porque sabia que seria um número pequeno de pessoas e não teria muitos gastos com decoração. Não consegui ser tão fiel ao meu desejo, porque fui bombardeada pela própria família para fazer a comemoração no salão de festas do condomínio. Por conta disto, gastei um pouco além do que desejava e não fiquei satisfeita com o resultado, pois o espaço era muito grande e não era bonito para tão poucas pessoas.
Pois bem, este ano eu fiz tudo exatamente como sempre quis. Realizei a festinha no meu apartamento e fiz a decoração como desejei.Tudo bem simples mais achei que ficou mais bonito e aconchegante.
Os gastos foram baixos. Usei a criatividade. Porque vocês sabem  que criatividade e falta de dinheiro, caminham juntas (né).


Comprei flores (gérberas), e usei os brinquedos para ajudar a compor a mesa.


As bexigas não podiam faltar.


Usei papel de seda para alegrar o ambiente.


O bolo foi feito por mim.
E não faltou amor, muito amor.
Não gastei nada além do que eu podia, e me sinto realizada. Rimos, brincamos e ela sem dúvida nenhuma entendeu que é muito amada por todos os que estavam presentes.

Contudo, percebi que a compreensão da minha filha está mudando e que agora ela já interage com crianças com mais prazer e por esta razão, decidi para o próximo ano fazer uma festa um pouco maior e com a presença de crianças. 
Para tanto, preciso me organizar financeiramente desde já, porque realizar festas não é nada barato e se eu não estiver com o orçamento em dia , sei que não farei.
Tenho certeza de uma coisa: Muito mais do que uma big festa e um orçamento estourado o que eu quero é saúde financeira para oferecer coisas mais duráveis e que de fato farão diferença na educação da minha filha.

Um abraço! Volte Sempre e traga mais amigos.
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segunda-feira, 3 de junho de 2013

A complexa educação financeira

Texto de Gustavo Cerbasi
Escolas particulares do ensino fundamental adotam práticas de educação financeira há pelo menos uma década. Entre elas, estão debates sobre mesada, simulação de feiras e de bancos, visitas a supermercados, montagem de orçamentos e participação em desafios simulados de investimento em bolsa.
Agora, essa oportunidade chega ao ensino público. Após dois anos de projeto piloto da Estratégia Nacional de Educação Financeira – ENEF, concluiu-se que a educação financeira é transformadora para a vida dos alunos e de suas famílias. Isso motivou a inclusão da disciplina como conteúdo recomendado também nos currículos das escolas públicas estaduais e municipais, a partir de 2013.
É uma conquista e tanto para a sociedade, mas também um desafio enorme para a educação. Por mais interessantes e criativas que sejam as práticas já adotadas no ensino privado e que irão para as escolas públicas, é fundamental dosar a prática para que excessos não sejam cometidos.
Algumas das metodologias utilizadas, por exemplo, estimulam as crianças a estabelecerem metas ambiciosas, propagando a filosofia do “quero ser milionário”. Trabalhadores e empreendedores competentes em gerar excedentes de seus ganhos é interessante para a sociedade, mas é sabido que a diferença entre a desejada ambição e a reprovável ganância está na dose do desejo. Não é com lições de disciplina e matemática que se cria milionários, mas sim com filosofia e capacidade de resolver problemas e agregar valor ao trabalho.
Uma linha mais comum de metodologia de ensino é aquela que trata das ferramentas de organização e controle, incluindo a prática do orçamento, o ensino da matemática financeira, o entendimento dos juros nos investimentos e nas dívidas e o estímulo à comparação de preços. Em termos de aparelhamento para conscientização, tais métodos são eficientes. Porém, tendem a ser limitados quando a abordagem se restringe a identificar as vantagens de acumular dinheiro. O risco é o de transformar consumidores compulsivos em poupadores compulsivos.
Educar para o dinheiro não é condenar o consumo e doutrinar para a poupança. É estimular a organização pessoal para que desejos de consumo não extrapolem limites e se tornem insustentáveis. É exercitar a disciplina com o objetivo de ter qualidade de consumo por toda vida, e não apenas no futuro, como recompensa de sacrifícios presentes. Ferramentas de controle devem ser exercitadas, mas sem que sejam complexas e detalhistas. Devem ser simples, para que possam ser praticados cotidianamente e não consumam nosso tempo.
As boas práticas de educação financeira devem induzir a escolhas equilibradas. Isso se faz combinando referências matemáticas com práticas ambientais, sociais, filosóficas e éticas. Por isso, recomenda-se que a educação financeira seja uma prática interdisciplinar, e não uma disciplina específica no currículo. Se pais e educadores atentarem a isso, estaremos virando uma página na história do comportamento de consumo dos brasileiros.

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terça-feira, 7 de maio de 2013

Gastos com escola infantil


Minha filha foi para a escolinha, ela tem apenas 1 ano e nove meses de idade, eu não queria coloca-la na escola neste momento, estava calculando que isto aconteceria quando ela completasse 3 aninhos. Aconteceu que, houve uma mudança repentina no meu horário de trabalho e não tive muita escolha.
Dizer que os gastos com educação são altos é bastante óbvio, mas algumas coisas chamaram a minha atenção neste momento tão novo para nossas vidas e para o nosso orçamento doméstico.

Lista de material:
Já impressiona o fato de uma criança tão pequena ter uma lista de material tão grande.

Confesso que tudo aconteceu tão rapidamente que não dei a devida atenção aos itens da lista e quando tudo se acalmou observei que pediram 8 rolos de papel higiênico mesmo minha filha ainda usando fraldas.

A escola ofereceu duas opções para a aquisição do material:  Ou comprar os itens da lista, ou pagar  um valor correspondente. Neste caso o valor era de R$ 213,00.
Eu optei por comprar o material por julgar logo de imediato que o valor estipulado pela escola estava muito acima do que eu gastaria na papelaria. Não procurei nenhuma loja famosa e de grande porte para fazer a compra, fui a uma loja perto da minha casa com bons preços. Gastei R$ 60,00 na compra e se não tivesse reaproveitado alguns itens eu teria gastado aproximadamente R$ 85,00.
Eu achei que entre o valor de R$ 213,00 sugerido pela escola e o valor de R$ 85,00 que eu gastei , existe uma grande diferença você não acha?

Reaproveitamento:
Eu já havia comprado (para usar em casa) giz de cera e tinta de pintura a dedo, como tinham sido pouco usados  inclui na lista.
A cartolina, foi a sobra da que eu havia comprado no ano passado para fazer flores no aniversário dela.
Minha irmã (que trabalha com crianças) me cedeu dois  estojos de cola colorida, um tubo de cola branca e um pacote de palitos de sorvete (já utilizados).


Chegou então a hora de comprar a lancheira. Na papelaria onde comprei a maior parte do material havia apenas uma opção e custava R$ 90,00 (porque era de um personagem da Disney). Fui a outro lugar e paguei R$ 30,00 em uma lancheira bem bonita que não tinha nenhum personagem famoso.

Honestamente,eu não gosto de roupas,sapatos e afins com personagens (que geralmente são mais caros), enquanto a minha filha não souber quem eles são, eu é que não vou dizer, e seu eu conseguir influencia-la a não gostar muito deles, pode ter certeza que farei isto, não somente por uma questão financeira, mas porque é bom olhar para o mundo com outras perspectivas .

Curiosamente, fazendo uma pesquisa no site do PROCON, me deparei com uma “cartilha” sobre MATERIAL  ESCOLAR , e notei que algumas das minhas atitudes na hora da aquisição do mesmo, foram parecidas com as dicas que eles deram.
Material do PROCON aqui.

Comigo foi assim. Um abraço! Volte sempre e traga mais amigos.
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