terça-feira, 7 de maio de 2013

Gastos com escola infantil


Minha filha foi para a escolinha, ela tem apenas 1 ano e nove meses de idade, eu não queria coloca-la na escola neste momento, estava calculando que isto aconteceria quando ela completasse 3 aninhos. Aconteceu que, houve uma mudança repentina no meu horário de trabalho e não tive muita escolha.
Dizer que os gastos com educação são altos é bastante óbvio, mas algumas coisas chamaram a minha atenção neste momento tão novo para nossas vidas e para o nosso orçamento doméstico.

Lista de material:
Já impressiona o fato de uma criança tão pequena ter uma lista de material tão grande.

Confesso que tudo aconteceu tão rapidamente que não dei a devida atenção aos itens da lista e quando tudo se acalmou observei que pediram 8 rolos de papel higiênico mesmo minha filha ainda usando fraldas.

A escola ofereceu duas opções para a aquisição do material:  Ou comprar os itens da lista, ou pagar  um valor correspondente. Neste caso o valor era de R$ 213,00.
Eu optei por comprar o material por julgar logo de imediato que o valor estipulado pela escola estava muito acima do que eu gastaria na papelaria. Não procurei nenhuma loja famosa e de grande porte para fazer a compra, fui a uma loja perto da minha casa com bons preços. Gastei R$ 60,00 na compra e se não tivesse reaproveitado alguns itens eu teria gastado aproximadamente R$ 85,00.
Eu achei que entre o valor de R$ 213,00 sugerido pela escola e o valor de R$ 85,00 que eu gastei , existe uma grande diferença você não acha?

Reaproveitamento:
Eu já havia comprado (para usar em casa) giz de cera e tinta de pintura a dedo, como tinham sido pouco usados  inclui na lista.
A cartolina, foi a sobra da que eu havia comprado no ano passado para fazer flores no aniversário dela.
Minha irmã (que trabalha com crianças) me cedeu dois  estojos de cola colorida, um tubo de cola branca e um pacote de palitos de sorvete (já utilizados).


Chegou então a hora de comprar a lancheira. Na papelaria onde comprei a maior parte do material havia apenas uma opção e custava R$ 90,00 (porque era de um personagem da Disney). Fui a outro lugar e paguei R$ 30,00 em uma lancheira bem bonita que não tinha nenhum personagem famoso.

Honestamente,eu não gosto de roupas,sapatos e afins com personagens (que geralmente são mais caros), enquanto a minha filha não souber quem eles são, eu é que não vou dizer, e seu eu conseguir influencia-la a não gostar muito deles, pode ter certeza que farei isto, não somente por uma questão financeira, mas porque é bom olhar para o mundo com outras perspectivas .

Curiosamente, fazendo uma pesquisa no site do PROCON, me deparei com uma “cartilha” sobre MATERIAL  ESCOLAR , e notei que algumas das minhas atitudes na hora da aquisição do mesmo, foram parecidas com as dicas que eles deram.
Material do PROCON aqui.

Comigo foi assim. Um abraço! Volte sempre e traga mais amigos.

sábado, 13 de abril de 2013

Lições Financeiras do Pequeno Príncipe


(Texto de Julia Macedo)
Dia 06 de abril, um dos personagens mais conhecidos da literatura completou 70 anos.
“O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry é o terceiro livro mais traduzido no mundo e também um dos mais vendidos.
O livro conta a história de um piloto que, ao cair no deserto do Saara, conhece um menino de outro planeta, o Pequeno Príncipe.
Ele, por sua vez, narra suas aventuras para o piloto e conta como foi parar neste misterioso planeta, chamado Terra. O livro tem uma linguagem muito simples e foi ilustrado pelo próprio autor.
À primeira vista, lembra um livro infantil. Muitos, assim como eu, o leram na infância. Mas, na verdade, trata-se de uma obra que pode ser lida em qualquer idade – o melhor seria se lêssemos em várias – e é possível termos uma interpretação diferente a cada releitura.
No último final de semana, comecei a ler pela terceira vez. E percebi que a obra tem inclusive lições financeiras. Aliás, algumas das melhores lições financeiras que recebi não são necessariamente de livros de finanças.
O trecho que mais chamou minha atenção não foi nenhuma das famosas sentenças constantemente citadas nos mais diversos lugares, como a frase “tu te tornas responsável por aquilo que cativas” – uma das mais famosas do livro. O trecho que eu decidi destacar aparece um pouco antes:
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos, se tu queres um amigo, cativa-me!
Segundo a raposa, cativar é uma coisa muito esquecida, significa criar laços.
Há alguns anos, assisti a uma palestra sobre o filme Up! do consultor financeiro Jurandir Sell Macedo. Nela aparecia um slide no qual ele mostrava quatro pontos importantes para a felicidade: ter prazer, amar e se sentir amado, contribuir e entender o sentido da vida.

No livro, o que o pequeno príncipe procurava era justamente um amigo, amar e se sentir amado. O interessante é que na palestra, Macedo mostrava que para ter prazer o dinheiro influenciava bastante, mas para amar e sentir-se amado, o dinheiro influenciava muito pouco.
O que quero dizer com isso tudo é que a gente não deve deixar de gastar dinheiro para ter prazer, desde que seja pra ter prazer de verdade, e não para nos sentirmos amados!
Tenho visto muitos amigos, colegas e conhecidos reclamando que nunca têm dinheiro para realmente aproveitar a vida, que gastam tudo com “obrigações sociais” e que depois na hora de fazer o que gostam não têm mais dinheiro.
Eles normalmente acham que não precisam de educação financeira, porque isso é coisa de endividados. Mas não é. Educação financeira não é só para resolver problemas financeiros, é para não deixar que eles surjam.
Quem não consegue organizar as finanças para fazer o que gosta também precisa aprender a gastar melhor seu dinheiro!
Júlia Macedo é estudante da quinta fase do curso de Administração da UFSC. Trabalha no IEF desde junho de 2011.
Um abraço! Que bom que você veio, volte sempre e traga mais amigos.

terça-feira, 26 de março de 2013

Corte de gastos começa com alimentação e lazer

Transcrição do comentário de Mauro Halfeld para a rádio CBN

Você gasta mais do que ganha? Você fica contando os dias que faltam para receber o salário? Ou será que o limite do seu cartão de crédito e do cheque especial estão estourados ? 
Então, você precisa tomar algumas atitudes depressa.
Primeiro você precisa saber para onde é que o seu dinheiro está indo, e para isso, o melhor é ter papel e caneta na mão. 
Eu não vou dar aquela velha receita chata para anotar todas as despesas do dia a dia, mas você precisa saber pelo menos, quais são os grandes gastos na semana e também no mês. Daí então, você vai precisar aumentar sua renda ou então cortar os seus gastos. O melhor mesmo é fazer as duas coisas ao mesmo tempo.

Na hora de cortar gastos, você deve ficar de olho no custo da alimentação fora de casa. O lazer também é um item cada vez mais caro.

E sempre você vai encontrar alternativas simples, baratas e até mais saudáveis , tanto na alimentação quanto no lazer .

Um exemplo: levar comida de casa para o trabalho. Você tem vergonha? 

Ainda na semana passada eu soube que um dos mais ricos e famosos empresários brasileiros faz exatamente isto. Ele leva comida feita na sua própria casa para o trabalho. 
No caso dele, não é por economia mas para garantir uma boa saúde. Ele já passou dos 80 anos e está super bem.
E, quanto ao lazer, que tal começar a ler livros.
Eu não conheço nenhum lazer mais apaixonante e ao mesmo tempo seguro do que ler um bom livro. 


E, contraditoriamente, ler livros é barato e chique. Pense nisto.

Mauro Halfeld, para CBN



sábado, 16 de fevereiro de 2013

Organize-se com uma planilha de orçamento pessoal


Não sou o tipo de pessoa que faz "promessas" a cada início de ano, mas já no finalzinho de 2012, na tentativa de organizar melhor as minhas finanças senti a necessidade  de criar novas maneiras de controlar e analisar minha planilha de orçamento pessoal.

Eu uso planilhas desde o ano de 2006. A primeira fui eu mesma que elaborei. Na ocasião eu não conhecia as ferramentas do Excel, nunca havia antes utilizado. Encontrei um livrinho de um curso para iniciantes que o meu irmão estava fazendo e comecei a partir de então, com a ajuda do livro criar a minha planilha. Para saber como fazer, e quais itens eu deveria incluir na planilha, usei as dicas dos primeiros livros sobre educação financeira que eu possuía.

E assim, começou a minha saga no mundo das planilhas de orçamento pessoal.

No ano seguinte, conheci a planilha da Bovespa e a utilizo até hoje.

Ela é para mim extremamente prática e consegue satisfazer totalmente as minhas necessidades.


Não era muito fácil mante-la sempre atualizada. Sei que muitas pessoas também tem este problema e por isto acabam desistindo de fazer o controle das despesas e receitas.

Em minha humilde opinião, não existe como cuidar das contas sem o uso de alguma ferramenta (planilha, bloco de anotação, papel de pão, software...). Esta historia de “calcular tudo de cabeça”, não funciona.
As ferramentas que auxiliam a organização financeira, nos ajudam, norteando, apontando as falhas, os excessos, e também as faltas. Ela nos mostra para onde vai o nosso rico dinheirinho.

Tá gastando muito no supermercado? Em restaurantes? Não sabe? Pois bem, o uso de planilhas pode responder a todas estas perguntas.

Eu nunca tive muito critério para atualizar minha planilha. Já fiquei semanas sem olhar para ela. Guardava todos os comprovantes de compras (eu uso muito o cartão de débito, o que ajuda muito, pois tenho sempre o comprovante dos gastos) e quando era possível, fazia os lançamentos, e desta maneira gastava muito tempo cuidando das contas.

Acho que para as pessoas que estão começando, tudo é válido, nem sempre dá para ser muito criterioso. Então a minha dica é:
Faça como puder e vá aprimorando o uso, mas não desista porque não está conseguindo ser disciplinado, este processo não é fácil. Acho que é assim mesmo (ao menos foi comigo).

Por tudo isto eu fiz a tal promessa no início do ano: Controlar diariamente minha querida planilha (é querida mesmo!).

Acredito que o contato diário trará muitos benefícios, entre eles:

Mais organização da papelada.
Mais controle dos gastos (é sempre possível melhorar).

Tá querendo começar a organizar suas finanças? Ainda não tem planilha? Clique aqui , e comece já. Para que perder mais tempo? Organize-se.

Um abraço! Que bom que você veio. Volte Sempre e traga mais amigos.




terça-feira, 9 de outubro de 2012

Em lugar de presentes, crianças preferem guardar dinheiro e poupar


Um ano atrás, depois de encher seu cofrinho com a mesada que ganhava dos pais e com alguns trocados da venda de gibis usados, Débora Landau comprou sozinha, pela primeira vez, um brinquedo que tanto queria.
“Fiquei muito feliz quando saí da loja, sabendo que eu mesma tinha conseguido economizar”, conta.
Aos 10 anos, ela já aprendeu que dinheiro não cai do céu e que são precisos tempo e disciplina para juntá-lo e comprar o que se quer. Por isso, agora prefere ganhar dinheiro em vez de presentes. Neste Dia das Crianças, depois de meses de poupança, Débora já decidiu o que fazer com suas reservas.
Débora Landau, 10 anos, guarda tudo o que ganha para comprar o que quer (Foto: Caio Kenji/G1)Débora Landau, 10 anos, guarda tudo o que ganha para comprar o que quer (Foto: Caio Kenji/G1)
“Nesse ano quero um iPhone. Até fui na loja que quero comprar. Eu vou dar o dinheiro para o meu pai, para ele comprar para mim. Se faltar um pouco [de dinheiro], acho que ele pode colocar”, disse Débora. Ela contabiliza receber cerca de R$ 30 por semana e garante resistir às tentações de gastar “com bobagens” o que guarda durante todo o mês. “Quando saio com meus pais, levo em uma bolsinha só um pouco de dinheiro, para não correr o risco de faltar para comprar o presente que eu quero mesmo”, contou.
Débora Landau diz saber que "dinheiro não cai do céu" (Foto: Caio Kenji/G1)Débora Landau diz saber que "dinheiro não cai do
céu" (Foto: Caio Kenji/G1)
A disciplina de Débora foi fruto das conversas com os pais. “Meu pai me diz que dinheiro não cai do céu e que eu preciso aprender que tudo custa dinheiro e que dá trabalho ganhar.” Diante dessas orientações, ela disse ter percebido que qualquer gasto precisa de planejamento. “Calculo tudo antes para não ter que pedir dinheiro para o meu pai. Então, eu faço todas as minhas tarefas, ajudo a cuidar dos meus cinco animais de estimação – que fazem muita sujeira – e consigo o que preciso.”
Neste Dia das Crianças, além do telefone, Débora faz planos de comprar acessórios para suas duas cachorras, “mas só se sobrar dinheiro”.

Disciplina
Para especialistas em educação financeira infantil, trocar o presente pelo dinheiro pode ser uma boa oportunidade para ensinar a criança a poupar e a ter disciplina. “Os pais estimulam as crianças a aprender que os sonhos podem ser realizados. Se os pais apenas derem o dinheiro, sem explicar que ele pode ser usado para comprar um presente mais caro, mais legal, que ela queira muito, há risco de a criança ficar consumista, gastona ou até mesmo avarenta”, disse o terapeuta financeiro e presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos.

Isabela Ferreira Guedes, 9 anos, economizou durante meses para comprar sua cachorra Mel  (Foto: Arquivo pessoal)Isabela Ferreira Guedes, 9 anos, economizou
durante meses para comprar sua cachorra Mel
(Foto: Arquivo pessoal)
Segundo o especialista, não adianta o pai dar dinheiro para criança, em alguma data especial ou por mês, sem determinar, junto com o filho, uma finalidade. “É possível até conversar com a criança e combinar que, daquele valor que ela está recebendo, uma parte pode ser gasta com doces, balas, figurinhas - coisas que todas gostam – e o restante fica guardado. É uma forma de ela aprender a administrar o que ganha.”

Foi juntando o dinheiro que a família dava no lugar de presentes que Isabella Ferreira Guedes, 9 anos, quase conseguiu comprar sua cachorra Mel. Quando estava com a quantia certa, pronta para levar o filhotinho para casa, a tia decidiu presenteá-la. Apesar de não ter tocado no seu porquinho para comprar sua cadelinha yorkshire, Isabella não gastou o dinheiro desde então e segue guardando a mesada que recebe da mãe e do tio. “Vou guardando o dinheiro da mesada, de troco. Não gasto quase nunca.” Para este Dia das Crianças, Isabella não pensou em nenhum presente especial e garante que não destruirá seu porquinho tão cedo.

Fonte: Portal G1

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Reforma que cabe no bolso


Ano passado, neste mesmo período, decidi que faria uma reforma na minha cozinha e lavanderia.
Pois bem, eu ainda não realizei a reforma.
Quem é mulher sabe o que representa esta decisão (ansiedade, revistas, lojas e muitas...,muitas ideias e desejos).E quem é homem que convive com mulher também sabe que não é nada fácil nos segurar  quando queremos mudar algo.
Eu sou do tipo caseira e que ADORA decoração, e passo a maior parte do tempo em casa, o que potencializa a minha vontade de fazer as mudanças necessárias por aqui.
Quando comprei o meu apartamento, fiz poucas mudanças (significativas), por uma questão financeira, pois na ocasião eu ainda era uma mulher endividada, e a cozinha e lavanderia ficaram para outro momento.

Já é do conhecimento de todos, o que pode acontecer em um orçamento na hora de construir ou reformar. Os imprevistos sempre acontecem e o planejamento, (quando é feito) sempre sofre alterações, e o descontrole financeiro acaba sendo fatal.

Por estas questões, ainda não reformei. Estou fazendo um planejamento o mais detalhado possível, para tentar amenizar as desagradáveis surpresas com o dinheiro.


Estou disposta a não realizar todos os meus desejos (sem crises) afinal  eles nem sempre cabem no meu bolso.

Planejar, colocar tudo no “papel”, tem me ajudado a fazer as adequações necessárias. Nem tudo que eu quero que é tendência, eu posso ter ou combinam com o meu estilo de vida.

Em breve falarei mais sobre a minha reforma, mas o que tenho aprendido neste momento de espera e pesquisa é:

Há desejos que podem ser adaptados em prol da saúde do meu bolso.

Buscar métodos alternativos.

Nem tudo que esta na moda e é tendência, será funcional e atenderá as minhas necessidades.

Negociar sempre, entre outras coisas.

Por hoje é isto, aceito boas ideias!!

Um abraço! Que bom que você veio.
Volte sempre e traga mais amigos!


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Reserva para seguro do carro


Este é o mês do vencimento do seguro do carro. Quando aderi ao seguro, me ofereceram o cartão de crédito da seguradora. Na ocasião eu não usava cartão de crédito, havia quebrado todos os que eu possuía e estava fazendo compras apenas à vista (tudo por causa do endividamento).
Eu aceitei o cartão, porque achei mais cômodo na época. A partir de então, comecei utiliza-lo anualmente para pagamento do seguro com parcelamento do valor. Foi assim até este ano.
Os pontos do programa de relacionamento (entre outras coisas) podem ser utilizados como desconto na renovação do seguro, mas só consegui utilizar o tal desconto uma única vez, justamente por não fazer muito uso.
Mas na verdade, a razão desta postagem não é o assunto cartão de crédito (disso eu falo em outro momento).
O que acontece é que eu me cansei de parcelar o seguro. Que coisa mais desagradável saber que por quatro meses terei um valor (nada pequeno), comprometendo a organização do meu orçamento doméstico.
Mais uma vez, movida pela raiva (muito bem pensada e calculada), tomei a decisão de fazer com este item o mesmo que faço com o IPVA.
A partir de já, vou guardar mensalmente o valor do seguro do carro, para que na ocasião do seu vencimento, a quantia esteja devidamente reservada.
No primeiro momento dá para pensar que esta manobra pode dificultar o orçamento, mas ao contrário disto acho que favorece, pois se nos preparamos (ou não) para pagar valores altos por um determinado período do ano, porque não podemos então (com muita organização é claro) fazer de outra maneira? E assim, nos prepararmos para mensalmente fazer esta reserva?
Já imaginou se pagássemos, por exemplo, o plano de saúde uma única vez ao ano? Como seria grande este valor?
Pois é, eu tenho repensado muito sobre as contas “anuais”, será que elas são anuais mesmo?

Sei que dependendo do momento financeiro em que se está vivendo, uma decisão como esta pode não ser muito fácil de colocar em prática, mas eu realmente tenho reavaliado algumas atitudes e espero (de verdade) cumprir esta meta até o final.
Para não me perder no meio do caminho, dividi o valor em 12 vezes e programei agendamento na caderneta de poupança por um ano.

E você como controla as suas contas “anuais”. Aceito novas sugestões.
Um abraço. Volte sempre e traga mais amigos